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13 de dezembro de 2018

Embalagem de papel que mantém a qualidade do café especial

Produto tem desempenho superior ao da embalagem já conhecida no mercado e menor investimento

Embalagem de papel que mantém a qualidade do café especial

Produto tem desempenho superior ao da embalagem já conhecida no mercado

e menor investimento

São Paulo, 20 de dezembro de 2018 – Ao término de pesquisas, que ocorreram ao longo de dois anos, a Klabin apresenta à indústria a melhor solução em embalagem para café especial, que oferece desempenho superior ao da embalagem tradicional de juta e similar ao da embalagem a vácuo, porém com investimento menor.

O saco produzido pela Klabin consegue manter a qualidade dos grãos de café durante longos períodos de armazenamento. Passados 18 meses, os cafés especiais do tipo natural, acondicionados nas embalagens de papel de alta barreira desenvolvidas pela Companhia, atingiram o maior nível de pontuação na preservação das características originais dos grãos, acima de 82 pontos, enquanto as embalagens a vácuo ficaram em 81 e as de juta em 73 pontos, dentre a pontuação máxima de 100.

“Ao longo dos últimos anos a Klabin realizou inúmeros testes para oferecer ao mercado um produto extremamente competitivo, uma inovação que permite maior proteção do produto embalado, promove um salto qualitativo na conservação dos grãos e gera importantes ganhos econômicos para a cadeia”, afirma Douglas Dalmasi, diretor de embalagem da Klabin.

Além de se mostrar como melhor opção para preservação dos cafés para exportação, a embalagem é financeiramente mais vantajosa para o mercado, quando comparada a embalagens a vácuo. Os sacos de café são recicláveis e produzidos a partir de recursos naturais renováveis e 100% recicláveis, com matéria-prima proveniente de florestas plantadas e certificadas da Klabin.

Mercado
O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e cultiva duas espécies de café: Coffea Arabica e Coffea Canephora. O primeiro é o café arábica, demandado em blends (mistura) de alta qualidade, o segundo é o café robusta, também conhecido como conilon no Brasil e utilizado na indústria de café solúvel.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o parque cafeeiro nacional compreende uma área de 2,25 milhões de hectares e possui quase 300 mil produtores, espalhados em 1.900 municípios. A estimativa é que 20% da plantação nacional em 2017 tenha sido de cafés especiais, que cresceu 20% nos últimos cinco anos.

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), a produção deste tipo de produto evoluiu em média 15% nos últimos anos e alcançou 8,5 milhões de sacas em 2017. Desse montante, a entidade estima que cerca de 7,6 milhões são exportadas, especialmente para Estados Unidos, Japão e países da Europa.

 

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